BPI já tem balcão no “metaverso” onde os clientes podem jogar Minigolfe

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©BPI

Sim, ouviu bem. O banco BPI irá disponibilizar óculos de realidade virtual em mais de 100 balcões por todo o país. Os clientes podem contar com conteúdos sobre serviços, simuladores de poupança e crédito e Minigolfe.

O BPI anunciou o BPI VR, o primeiro balcão virtual do banco no “metaverso”, desenvolvido pelo Centro de Excelência para a Inovação e Novos Negócios do BPI, em parceria com a Unity Technologies, que trabalha com plataformas e conteúdos de realidade virtual.

O banco vai disponibilizar óculos de realidade virtual da Meta (Facebook) em mais de 100 balcões, de modo a “acelerar a familiarização dos clientes” com este tipo de tecnologia, esclarece num comunicado.

De igual forma, os utilizadores com acesso a este equipamento também poderão aceder ao balcão virtual diretamente de casa, bastando descarregar o BPI VR diretamente da app store integrada nos dispositivos.
Para Francisco Barbeira, administrador executivo do BPI, este é um primeiro passo na “próxima geração de economia digital” e parte da ambição do banco de ser pioneiro numa nova forma de interagir com os clientes. “No futuro, acreditamos que se possa tornar uma verdadeira plataforma de banca digital”, acrescenta Francisco Barbeira.

O BPI VR é um balcão em 3D, com acesso a conteúdos sobre os serviços do banco em diversas áreas de negócio e segmentos. Neste mundo virtual, os utilizadores podem contar com dois pisos de loja e terão ao dispor simuladores de poupança, de crédito habitação e pessoal, entre outros serviços em oferta. Os clientes poderão ainda desfrutar de um jogo virtual de minigolfe.

O BPI ambiciona que esta aposta no “metaverso” possa fazer do espaço virtual um novo canal para operações bancárias e distribuição de produtos e serviços, à semelhança da evolução da banca digital móvel. Afonso Eça, diretor executivo responsável pela área de inovação, esclarece que “o ‘metaverso’ é um fenómeno que pode vir a revolucionar a nossa vida digital e física, da mesma forma que os smartphones, as apps e o Wi-Fi o fizeram na década anterior”.

Além da sua própria oferta de conteúdos, o BPI encontra-se a estudar parcerias que permitam incorporar produtos e serviços de outras empresas, de diferentes setores, na plataforma.