Minigolfe é aposta para o novo ano letivo no Instituto Duarte Lemos

Instituto Duarte de Lemos (IDL) vai apostar em Minigolfe, como unidade didática, já no presente ano letivo. Aposta passa ainda pela integração da modalidade no Desporto Escolar.

Esta é uma vontade da nova gestão do IDL, e que vem reforçar a importância do Minigolfe enquanto atividade em contexto escolar.

O IDL recebeu esta quarta-feira, 11 de setembro, a visita de Victor Condeço, presidente do Clube Minigolfe da Costa Nova, que esteve no local a dar formação a alunos e professores.

A manhã esteve reservada para os alunos dos 2º e 3º ciclos, que tiveram a oportunidade de experimentar tanto a vertente regular da modalidade como a vertente de Speed Minigolf, utilizando para o efeito o ‘Kit Meu Minigolfe. A tarde foi destinada a introduzir a modalidade aos alunos do 1º ciclo.

“A aceitação e o entusiasmo que os alunos do IDL sempre demonstraram nas suas deslocações ao Clube de Minigolfe da Costa Nova, nomeadamente no âmbito dos programas de férias, levou a que se pensasse a introdução desta modalidade na escola de uma forma mais organizada e formal”, diz-nos António Pinho director pedagógico do IDL.

“Assim, e no ano de arranque do renovado projeto do Instituto Duarte de Lemos, decidimos que o Minigolfe seria integrado como modalidade do Desporto Escolar e no âmbito das disciplinas de Educação Física e Expressão Fisico Motora, abrangendo os alunos desde o 1.º ao 9.º ano de escolaridade”, acrescentou o director pedagógico.

Pedro Chaves, professor de Educação Física do IDL

“A nossa escola sempre se pautou por proporcionar aos alunos novas experiências desportivas e o contacto com modalidades cuja prática não está muito generalizada e às quais nem sempre têm acesso. Xadrez, Vela, Canoagem ou o Ténis de Mesa são exemplos disso mesmo, acreditando nós que o Minigolfe terá um cariz igualmente diferenciador em relação a outros projetos educativos, enriquecendo dessa forma a oferta do Instituto Duarte de Lemos e da própria comunidade em que nos inserimos”, conclui António Pinho.