Filomena Mendes. A embaixadora vizelense do Minigolfe em Portugal

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Filomena Mendes | Foto ©Vizelgolfe

Filomena Mendes, sócia fundadora da Vizelgolfe, que começou a dar as suas primeiras tacadas em 1982, e representou o já extinto CCD Baiona, concedeu uma entrevista ao seu clube.

Como surgiu o minigolfe na sua vida, e há quanto tempo exerce a atividade?
Foi em 1982 (já lá vão 37 anos), quando dei as primeiras tacadas no antigo Campo de Minigolfe do Park Club, construído em 1968 por Manuel Alves da Fonseca e Castro, Presidente da Junta de Turismo de Vizela, onde em 1970 se veio a realizar o primeiro Campeonato Nacional, e no ano seguinte o primeiro Campeonato da Europa realizado em Portugal.

Ultrapassado a fase de integração e adaptação à modalidade, inicio a participação em provas federativas. Foi uma etapa difícil, porque não havia o mínimo de material para uma evolução contínua.

Só muito mais tarde, as empresas produtoras começaram a ser representadas em Portugal e, a partir daí abriram-se outras perspetivas a todos os atletas.

O primeiro clube que representei até 1985, foi o já extinto CCD Baiona. Após uma curta interrupção de 2 anos, regressei em 1987 agora ao serviço do FC Vizela, Clube que representei até 2009. A partir de 2009 represento a Vizelgolfe.

Qual o impacto que o minigolfe tem no seu dia-a-dia?
O desporto é essencial ao bem-estar pelos benefícios físicos e mentais que nos oferece. O minigolfe, sendo a minha paixão, é essencial para o meu bem-estar porque, diariamente me ajuda a libertar o stress, e a manter um estilo de vida saudável.

O que significa para si, fazer parte da Vizelgolfe?
Significa muito, considerando que também dei o meu contributo para a sua criação. Sou sócia fundadora, integrei a Comissão Instaladora e a primeira Direção. O aparecimento da Vizelgolfe foi primordial para o crescimento da modalidade em Vizela, pelo que sinto-me muito feliz por ter estado presente na sua origem, e por continuar a representá-la.

Como alguém prestável e experiente na modalidade, acaba por se tornar uma espécie de mentora para vários atletas iniciantes. O que lhe dá mais gosto neste processo?
Poder inspirar pessoas a iniciar a prática do minigolfe. Ajudar aqueles que espontaneamente vão aparecendo no campo, e incentivando outros a experimentarem, convencendo-os das vantagens que a modalidade oferece a quem a pratica.

Na sua opinião, o que é essencial para exercer este desporto?
É essencial deixar-nos entusiasmar pelos benefícios físicos e mentais que o minigolfe nos oferece. Depois, como em todas as modalidades, o treino contínuo é fundamental para conseguirmos os resultados desejados.

Qual o título que mais a marcou como praticante da Vizelgolfe?
Foi sem dúvida a conquista do Campeonato Nacional Individual em 2010, primeiro ano de atividade da Vizelgolfe.